Grenoble é a capital do departamento do Isère, na França.
Cidade universitária, localiza-se no sopé dos Alpes e é a segunda maior metrópole,
após Lyon, da região Rhône-Alpes. É rodeada de serras famosas por suas estações de esqui,
como Chartreuse, Chamrousse e Vercors.
Elvia e Ruddy foram os meus guias nestes dias :).
Elvia e Ruddy foram os meus guias nestes dias :).
No sábado (30/10) pela manhã já fomos subindo em direção a Chaîne Belledonne, rumo a
estação de esqui de Chamrousse.









Grenoble é uma cidade muito bonita e muito bem organizada.

Caminhando em direção ao teleférico para conhecer o
Fort de La Bastille e o teleférico.
Grenoble é a cidade mais plana da França e dois rios a atravessam, l'Isére e o Drac.
O tempo estava um pouco feio, mas não atrapalhou nossos planos.









Hora do jantar ... refeição típica das montanhas: La Pierrade.
Alguns legumes, verduras, champignons (e não são os alucinígenos !),
carne de pato e de vaca fizeram parte de nosso jantar.
Tudo isso preparado em uma pedra aquecida.
O vinho também não poderia faltar :) !
Na manhã de domingo fomos ao Chateau de Vizille.
Lá está localizado o Museu da Revolução Francesa.


Esta pedra fazia parte de uma das celas da Bastille.
Maquete da Bastille ...
Um retrato muito conhecido dos livros de história:
Robespierre e o último banquete dos girondinos.
A maquete da Igreja de La Madeleine, em Paris.
Maximilien Robespierre ...





O chateau é cercado por um parque muito bonito.
O parque, o chateau e o museu podem ser visitados gratuitamente,
você só paga a passagem até a França :) ...






Aqui é o Funiculaire de Saint Hillaire du Touvel ...
Não entramos, pois já estava fechado.
Esta aqui é a Via Ferrata.

Quem aprecia os vôos de asa delta, é daqui que o pessoal costuma saltar ...
Lá do alto, no final do trajeto da Via Ferrata.


Este aqui é o Fort Barreaux ... pra variar também estava fechado :).

Uns escargots para abrir o apetite ...
Mais um prato típico das montanhas: La Raclette.
A idéia aqui é aquecer as batatas, derreter o queijo para cobrí-las
e saborear os frios. Tudo isso por causa do frio :).
Na segunda-feira (01/11) fomos ao Museu de la Grande Chartreuse.
Lá existe as caves onde é produzido um liqueur composto por mais de
cem ervas, até então secretas. O teor alcóolico gira em torno dos 55%.
A produção é supervisionada pelos monges do monastério.
A versões mais conhecidas são o Chartreuse Vert e o Jaune.
Existe também o elixir, cujo teor alcóolico é de 71%. Segundo dizem,
é um tônico muito eficaz.





A saideira antes de pegar o vôo ...

Valeu ... e até a próxima !
Elvia e Ruddy, abraços.





















Uma viagem virtual muita agradável!!! Obrigado!!!
ResponderExcluirVanessa